25 de fev de 2009

Acho que eu queria aproveitar ainda alguma dessas muitas promoções de fevereiro. Acontece que estou fazendo uma dieta, e qualquer roupa que compre agora risca de não cair tão bem em breve (isso que espero, diminuir uns números no manequim). Além de tudo, não estou num momento propício a gastar dinheiro (eu e o mundo, né? hohoho). Mas adoro essa época de liquidações Dessas boas mesmo, em que as boas lojas realmente dão 70% de desconto nas peças. Porque é o momento onde se torna possível comprar coisas bonitas e bacanas por um preço mais ou menos justo (justo nunca é, disso já desisti). Ano passado, na liquidação de inverno, comprei blusa de lã italiana e cashemere com 70% de desconto, que saia ao mesmo preço de uma blusa de acrílico no pico do inverno. Tudo isso para dizer que algumas liquidações valem sim a pena, mas esse ano estou fechada para as compras.
E eu queria mesmo ir à natação daqui a pouquinho, mas acontece que o mundo se esvai em água aqui na Bela Vista, de modos que não tenho a menor idéia do como sair daqui, a menos que seja de caiaque ou coisa que o valha.
Vou ouvir Elis Regina "Live in Montreux", sendo assim.

24 de fev de 2009


E já que muito já se falou sobre Moçambique neste blog, e também no blog antigo, àqueles que tiverem interesse indico esta matéria, sobre política moçambicana. A foto maravilhosa é do namorado ;)

p.s. mais fotos maravilhosas no link ao lado. das fotos dele!

19 de fev de 2009

E você, amigo ou amiga dona-de-casa, não costuma usar a florzinha do manjericão nos pratos em que usa, sim, a folha de manjericão, eu lhes digo: a florzinha cumpre muitíssimo bem a função de perfumar o prato com aquele delicioso aroma, que eu, ao menos, amo de paixão.
Ah sim. E continuamos quebrando paradigmas: eu posso cozinhar, e pode ficar gostoso, é claro que pode, quem disse que não?

18 de fev de 2009

Li não sei onde que a atuação do Benício del Toro é o que vale no filme Che. E eu que gosto muito de cinema, me interesso muito por boas atuações. Mas acho que um filme sobre Che que só valha a interpretação vai me irritar. Difícil misturar as coisas, sou muito passional.
E eu ia dizer que não sabia usar minha barra de favoritos. Então resolvi dar uma olhada. Não tem muito o que saber, né? Tá aí, fácil. Eu tenho é preguicinha das coisas. Ai ai.
Pois muito bem, eu ia dizer que leio blogs, gosto, depois perco porque não sei usar a tal barra. Entonces, uma vez desarmado o argumento, achei todos os blogs, vou ler, etc. etc.
E um dia remoto eu contei procês que estou tirando carteira de habilitação, né? Pois muito bem, continuo. Faz tempo, porque teve uma viagem para Moçambique no meio de tudo, e são tantas e tantas aulas pra fazer. Ainda estou no processo.
Não sei se eu tinha preguiça de dirigir, fato é que eu achei, por algum tempo, que isso não era para mim, que não conseguiria, etc. e tals. Digamos que afirmar que nasci para dirigir é um exagero. Mas ok, estou tentando e às vezes eu acho que pode dar certo. Aguardem cenas dos próximos capítulos.
(tá passando aqui na tv as pessoas que fazem dublagens de filmes na tv. que horror, meu deus. a voz que colocaram pro woody allen é terrível, nunca tinha reparado. ou nunca vi mesmo um filme dele dublado. enfim, horrível.)
Mas então. Por fim, estou aprendendo a nadar, também. Isso eu sempre quis fazer. Mas também achei que pudesse ser muitíssimo difícil. Digamos que eu não pretendo ganhar oito medalhas em olimpíadas (nem uma, na verdade), porque aí seria sim impossível. Mas respirar pela boca, soltar pelo nariz e mexer braços e pernas, ah, isso eu sei, vou aprendendo a fazer melhor, e até acho que estou indo bem.
E para finalizar a série quebrando paradigmas de mim comigo mesma, tenho descoberto que existe vida sem chocolate diariamente.

11 de fev de 2009

"sexo também é bom negócio
o melhor da vida é isso
e ócio"
zeca baleiro

Fazia tempo que eu não tinha tpm braba. Como é chato.
Fazia tempo também que eu não comprava cds. Então comprei. E eu não gosto de cd ao vivo, de maneira geral. Comprei dois cds ao vivo, um deles só me dei conta quando cheguei em casa. Essa minha distração crônica, impressionante como eu deixo passar umas coisas fundamentais.
Ando meio de saco cheio, de maneira geral. Com vontade de fazer outras coisas, nem sei bem quais coisas, mas outras.
Acho muito chato ir para o trabalho todo dia, acho muito chato mesmo. Uma sensação de que estou perdendo tempo na vida, poxa, eu podia estar fazendo outras coisas, aquelas, que eu nem sei quais, mas outras.
No entanto, existem coisas que eu faço hoje que só posso porque passo meus dias enchendo meu saco, indo para o trabalho. A análise, as sessões de massagem semanais, por exemplo. Preciso de dinheiro para pagar isso, né? E aí mora o grande dilema, e segue-se a vida.