18 de out de 2008


Hoje Maputo estava assim. Depois de dois dias de cão, ou melhor, de cistite, a cidade me acolheu ensolarada. E fui almoçar num restaurante português, comi bacalhau. Fomos a pé e eu gostei muito de passear por Maputo, não conheço quase nada por aqui.
Antes disso tomei café no apartamento com a colega de trabalho e de hospedagem. Conversamos bastante, ela fala muito (e fuma muito!). Eu sabia que ia aprender bastante coisa com ela, por aqui. E é muito engraçado, ela comenta fofocas do trabalho e diz: eu não devia ter contado isso! É sempre assim, né?
Depois fomos ao shopping. O shopping daqui merecia uma foto. Colunas e piso que parecem uma boate brega, e as escadas rolantes têm neon. Mas as lojas são bem parecidinhas com qualquer uma de São Paulo, Rio, BH. A tal da grobalização em África. Na capital do país, é claro. Uma capital que tem muito da África do Sul. Mas Beira, meu destino semana que vem, não é assim não.
Gente, agora que me toquei que são uma e meia da manhã e tá passando Jornal Nacional na Globo Internacional. Oxi.
Mas muito bem. Fui ao Hiper Maputo também. Parece o Carrefour do Shopping Eldorado. Mas só tem indiano, que é gente que tem dinheiro aqui. E não é que o mercado seja caro (algumas coisas menos básicas até são). É que esse tipo de consumo não atinge a média da população mesmo. Estamos em Maputo, mas na África, né? Ah, vá. Poderia ser no Brasil também. Só que no Brasil os indianos são muitos, e diversos.
Que mais? Achei o chá que amo de paixão e só tem por essa bandas. Chama rooibos. Descobri que tem caixa com 160 sachês que custa uns três reais. Vou levar quilos.
E amanhã tem show de jazz num sei onde com uma colega que fiz por aqui hoje. E agora vou dormir, Maputo News fica por aqui.

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