10 de set de 2008

Torresmo, cachaça, pimenta rosada e cadê a dieta, ninguém sabe ninguém viu.
E é realmente impressionante o apego do mineiro ao Aécio, né? Todo mundo com quem converso (e eu converso com muita gente ligada ao poder público) quer do fundo do coração que o homi seja presidente. Esboçam as teorias mais mirabolantes sobre um suposto apoio do Lula ao Aécio na eleição. E eu sempre alfineto, muitas vezes sem perceber: mas o Aécio vai mudar de partido para se candidatar? Aí o povo às vezes acha que eu estou defendendo São Paulo e consequentemente, o Serra. E claro que eu quero mais é que os dois se matem. Mas. Não consigo ficar passiva frente à teorias mirabolantes. Adoro. Mas o caso é que hoje o motorista me saiu com essa: Aécio vai fazer uma campanha independente. Não entendo o que viria a ser isso, eu ia perguntar se ele será o primeiro candidato sem partido, mas não precisou. Porque tem sempre um PSB para esses momentos, né? E aí fica fácil entender os apoios todos em torno do candidato a prefeito, e etc. Muito interessante a conversa toda por aqui.
Mudando de pato pra ganso, como diria minha vó, hoje fui ao cinema por aqui. Um filme bem chinfrin, água com acúcar. Desses que, cinematograficamente falando, não me agrada. Mas. Eu ando muito, mas muito sensível, mexida, aquela coisa toda, etc. e tals. E chorei copiosamente nas duas últimas cenas do filme. Chorei, chorei, aí abre a porta pra sair e o bendito do cinema pequetitico dá de cara pra rua, eu com a cara de choro. E assim vamos levando a vida por aqui.

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