6 de ago de 2008


Voltei a trabalhar segunda. Mas agora só meio período, e isso é tão bom.
O estresse com a minha chefe foi meio que resolvido. Meio quer dizer que foi resolvido naquilo que pode ser resolvido. O que não pode, paciência. Literalmente.
E ontem tentei comprar ingresso pro show do João Gilberto. Tentei MUITO. Eu estava realmente disposta a pagar 360,00 pra ver o homi. Mas nada. Quando a ligação completou, onze e meia (comecei a ligar dez e quinze), já estava tudo esgotado. Poxa. Se eu morasse em Salvador pagaria mais barato e seria mais fácil comprar o ingresso. Eu acho.
E ontem tava fazendo hora nas lojas americanas antes de ir pra análise (já viram que a pessoa quer gastar, né? fazer hora em loja? francamente). Pois muito bem. Consegui comprar os três dvds da trilogia das cores, do Krzystof Kieslowski, esse moço com nome tããão difícil de escrever, que dirá pronunciar. Por treze reias cada um, fiquei feliz da vida.
E por fim, a novela. Eu acharia interessante a Flora ser a assassina, e o enredo se apoiar daqui para frente na necessidade (do público, que sabe a verdade) de ver a Donatela inocentada. Isso se aquela revelação de ontem não fizesse da trama inverossímel a partir de agora. E não somente porque o autor havia construído a personalidade de Flora de forma totalmente diferente daquela que apareceu ontem, mas principalmente porque as duas já haviam se encontrado várias vezes antes, e em todos os encontros, Flora chamava Donatela de assassina e esta se comportava como se realmente tivesse que esconder algo, neutralizando a rival. Então aquela cena de ontem, apesar de impactante, é bastante inverossímel, pena.

Nenhum comentário: