4 de mar de 2009

Engraçado. Muito se fala (mal) da contratação do Ronaldo. Mas eu achei linda a recepção que a torcida deu a ele, agora. Acho que Ronaldo merece, e não é só porque sou corintiana que torço muito para que a passagem dele pelo time seja boa. Torço por ele também.
Mudando de assunto repentinamente, mas falando sobre o assunto por excelência nos últimos dias, o calor está infernal, não? Estou prestes a derreter. Mas felizmente eu agora tenho uma espreguiçadeira posicionada ao lado do janelão da sala, onde entra uma brisa honesta. Acho que vou dormir por aqui.
E não sei se já contei aqui sobre minhas sessões de massagem semanal. Acho que não. Então vamos lá. Faz uns meses, comecei a fazer massagem, um mix de drenagem linfática e massagem modeladora, que faz parte do meu projeto "corpo saudável e enxuto 2009". Além do bem tremendo que a massagem está fazendo, o assunto na verdade é o massagista. Que é cego. E faz massagens domiciliares. Isso mesmo. É cego e trabalha se locomovendo por esta cidade que não é nada generosa com os portadores de deficiência (eu nunca sei como se escreve isso politicamento correto. gostava de portadores de necessidades especiais, mas me disseram que não é. enfim). Nem sei se precisa dizer que se trata de uma pessoa especial, cheia de vontade de vida. Precisa, né? Pra enfrentar, literalmente, os percalços. Admirável mesmo.
E eu lembrei dele porque ia falar de uma matéria que li sobre estudos que apontam quantidade exagerada de açúcar em gelatinas (dessas que a gente compra no mercado), que, pasmem, descobriram que contem pouquíssimo colágeno. O massagista me indicou consumo de gelatina para ajudar a pele, aquilo tudo que a gente conhece. Mas. Não vale essa gelatina industrializada não.
Em contrapartida, tem uma receitinha facílima, e natural, essa sim rica em colágeno e sem açúcar. É o seguinte: você compra aquele pózinho de ágar ágar (que é uma gelatina natural, proveniente de alga) e dissolve uma colher de sopa bem cheia em 200 ml de água fervente. Daí junta 300 ml de suco concentrado (eu usei de uva, aquele delícia, que vende nuns frascos de vidro, sabe?). E pronto. Quer dizer: bota em taças, leva pra geladeira, aquilo que a gente sabe. Vale a pena, e pode ser servido para crianças.

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